Com programa triplo de coreografias, a Cia. Jovem de Dança faz apresentação gratuita neste sábado (02) no Polytheama
Publicada em 30/07/2025 às 16:00
A Cia. Jovem de Dança apresenta, neste sábado (02), a partir das 19h30, mais um espetáculo gratuito no Teatro Polytheama. Desta vez, o corpo artístico municipal de Dança ligado à Unidade de Gestão de Cultura (UGC) irá levar ao palco do teatro centenário um programa triplo de coreografias, com “P.A.Q.U.I.T.A. – Passos aleatórios que um impulso te apresenta”, “Hu.ga” e “Entre o corpo e o azul”.
O espetáculo tem classificação livre e o grupo tem direção artística de Alex Soares. Os ingressos gratuitos para o espetáculo poderão ser retirados a partir das 10h30 desta sexta-feira (01), tanto na internet, por meio da plataforma Sympla, quanto nas bilheterias e totens eletrônicos do Teatro Polytheama (rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro) e do Centro das Artes Prefeito Pedro Fávaro (rua Barão de Jundiaí, 1093 – Centro). Cada interessado poderá retirar até dois ingressos.
Inspirada no balé de mesmo nome, “P.A.Q.U.I.T.A.” já rendeu à Cia. uma de suas nomeações ao Prêmio APCA
As coreografias
“P.A.Q.U.I.T.A. – Passos aleatórios que um impulso te apresenta” é uma obra de composição coletiva, feita pela Cia. Jovem durante a pandemia, e que se inspira nas músicas do balé clássico Paquita. A coreografia traz como experimento artístico a exploração do impulso, da espontaneidade e da reinvenção do clássico sob um olhar contemporâneo, e já rendeu à Cia. uma de suas nomeações pelo Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), na categoria “Criação”.
Já “Hu.Ga” é uma coreografia de Alex Soares, resultado de uma parceria do grupo jundiaiense com a companhia dinamarquesa Koma Ballet. Assim como a palavra “saudade” não tem uma tradução precisa em outras línguas, a expressão dinamarquesa “hygge” (pronuncia-se “hu-ga”) também não pode ser traduzida. Uma possível tentativa de se explicar é a de um conceito que pode ser próximo a de aconchego, ou a sensação de se estar em um ambiente agradável, um estado de intimidade da alma. E para cada dinamarquês esse estado íntimo é algo muito específico. Esse modo de viver está ligado, também, ao fato de os dinamarqueses serem considerados um dos povos mais felizes do mundo. Assim, este trabalho é uma tentativa de traduzir em imagens o sentimento “hygge” e ressaltar as diferenças e pontos de encontro entre este entendimento por parte dos dinamarqueses e também por nós brasileiros.
Hu.Ga
Entre o corpo e o azul
E, para concluir, o grupo apresenta “Entre o corpo e o azul”, de Henrique Rodovalho, que traz como premissa o conceito de limite. Onde começa o corpo e termina o movimento? Onde este movimento começa e finaliza no espaço? A partir dessas perguntas foi se desenvolvendo um corpo, que se movimenta, se expressa e acontece em espaços delimitados, provocados por uma sensível trilha sonora.
Todas as apresentações da Cia. Jovem de Dança podem ser conferidas na Agenda Cultural.
Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ
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