Quatro horas dentro da água: mergulhadores limpam a represa da DAE Publicada em 06/12/2023 às 14:54 Todos os dias de manhã, logo às 8 horas, uma equipe de mergulhadores entra na represa da DAE Jundiaí e ali ficam submersos por quatro horas. No período da tarde, são mais quatro horas. Embaixo d’água, eles realizam a limpeza manual das macrófitas, que estão enraizadas no fundo da represa, em mais uma ação realizada pela DAE Jundiaí para assegurar a qualidade da água que abastece a cidade. O serviço está sendo executado pela equipe de mergulhadores, certificados e homologados pela Marinha do Brasil, da empresa Brasil Sub Com, em uma área total de 220 mil metros quadrados. O serviço está sendo executado pela equipe de mergulhadores, certificados e homologados pela Marinha do Brasil, da empresa Brasil Sub Com. A atividade é mais uma ação realizada pela DAE Jundiaí para assegurar a qualidade da água que abastece a cidade. Para mergulhar, os profissionais vestem um equipamento de 23 quilos, composto por um cilindro de backup, nadadeiras, máscaras de mergulho, luvas e um traje de mergulho em tecido neoprene. A atividade é acompanhada da balsa por dois supervisores, que, com auxílio de equipamentos de alta tecnologia, monitoram o serviço realizado e mantém contato em tempo real com os mergulhadores. “Aqui dois mergulhadores entram na parte da manhã e outros dois durante a tarde. Cada dupla fica cerca de quatro horas submersos”, detalha o supervisor de mergulho Lucas Ogawa. Mergulhador profissional há oito anos, Ogawa conta que o trabalho é mais comum do que parece. “Realizamos esse trabalho em qualquer área submersa. Já estivemos em usinas hidrelétricas, empresas de captação de água e plataformas de petróleo, fazendo todo tipo de limpeza.” ara mergulhar, os profissionais vestem um equipamento de 23 quilos. Cada dupla fica cerca de quatro horas submersa. Embaixo d’água, eles realizam a limpeza manual das macrófitas, que estão enraizadas no fundo da represa. Ao serem retiradas do fundo da represa, as macrófitas se acumulam na superfície. Em seguida, o barco dos mergulhadores leva as plantas até às margens da represa, no Recalque, onde são retiradas pelas máquinas. Segundo a gerente do Laboratório de Controle de Qualidade da DAE, Karen Tasaka, o objetivo do trabalho é evitar a proliferação das plantas aquáticas. Para isso, é necessário que as macrófitas sejam retiradas manualmente pela raiz. Ela explica ainda que a presença dessas plantas não compromete o tratamento nem a qualidade da água, mas é uma etapa importante do processo. “A água da represa é bombeada para a Estação de Tratamento de Água do Anhangabaú (ETA-A), onde é tratada e então distribuída para as residências, atendendo todos os padrões de qualidade”, afirma. Assessoria de Comunicação – DAE Jundiaí Foto: DAE Jundiaí

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