Espanha flexibiliza regras para imigração diante da falta de mão de obra
Apesar da alta taxa de desemprego, país não consegue suprir a mão de obra em áreas como turismo, construção e agricultura
O governo da Espanha aprovou nesta terça-feira (26) uma reforma para facilitar a regularização de imigrantes com o objetivo de ajudar a composição de setores que têm vagas ociosas. Apesar de sofrer com alta taxa de desemprego, o país não consegue suprir a mão de obra em áreas como turismo, construção e agricultura.
O texto vai beneficiar imigrantes em situação irregular que estão em território espanhol há mais de dois anos. Regularizados, eles poderão fazer cursos de especialização nas áreas mais carentes de mão de obra, além de disputar legalmente as vagas no mercado de trabalho.
Segundo o ministro da Segurança Social, José Luis Escrivá, a reforma pretende estabelecer “uma migração ordenada e segura”. “[As medidas] visam melhorar o modelo migratório espanhol e os seus procedimentos, em muitos casos lentos e inadequados, o que gera períodos prolongados de irregularidade, com elevados custos sociais e econômicos”, informa, em nota, o ministério.
A reforma deverá simplificar ainda o acesso ao emprego para estudantes estrangeiros, que poderão trabalhar até 30 horas por semana e, posteriormente, ingressar no mercado de trabalho sem precisar cumprir período de carência.
O processo de reagrupamento familiar deverá ser simplificado, assim como a concessão de vistos de trabalho em setores com mais demanda de mão de obra.
A reforma foi aprovada pelo Conselho de Ministros e não precisará passar pelo crivo do Parlamento. Apesar da aprovação, a Espanha sofre com taxa de desemprego acima de 13%, um dos índices mais altos da União Europeia. A falta de mão de obra em alguns setores da economia, porém, é frequentemente apontado por empresas como fator limitante para o crescimento.
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