Como agendar 1ª dose da vacina da COVID-19 no sistema de xepa? A vacinação contra o novo coronavírus começou em meados de janeiro. Mas, muitos dos brasileiros ainda precisam esperar até que seja disponibilizada a 1ª dose da vacina para sua idade. Porém, diversas cidades começaram a vacinar pessoas fora do grupo prioritário do Plano Nacional de Imunização com as vacinas da xepa. Essas doses extras são usadas quando tem sobra nos frascos já abertos e que não podem ser guardados. Dessa forma, evita o desperdício do imunizante. Hoje, são aplicadas três vacinas no país: a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e produzida nacionalmente pelo Instituto Butantan. A vacina desenvolvida pelo laboratório anglo-sueco AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e produzida no exterior e no Brasil, pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). E a vacina da Pfizer/BioNTech, importada. Qual prazo de validade de cada vacina? 8h: é o prazo de validade dos frascos multidoses (10 doses) da Coronavac, segundo informações do governo federal 6h: é o prazo de validade dos frascos multidoses da vacina da AstraZeneca, sejam os entregues pela Índia, sejam os entregues pelo consórcio internacional Covax (ambos de 10 doses), e da vacina da Pfizer 48h: é o prazo de validade dos frascos da vacina da AstraZeneca produzidas pela Fiocruz (5 doses). Inscrição para xepa da vacina da Covid A inscrição varia de acordo com a cidade em que o cidadão vai tomar a vacina. Por ordem do Ministério da Cidadania, os postos de saúde estão cadastrando o nome das pessoas que desejam fazer parte da xepa. E ao fim do dia, quando percebem que nem todas as doses do frasco foram aplicadas, ligam para essas pessoas. Já outras criaram até site e aplicativos para que essas possam se cadastrar e fazer a sua vacinação. Vale a pena conferir o processo diretamente no posto de saúde mais perto da sua residência. Vacinação Atualmente, a vacinação chegou para aqueles que possuem comorbidades, grávidas e puérperas, idosos com mais de 60 anos, profissionais da saúde e profissionais da educação. Veja a lista a seguir de doenças classificadas como comorbidades: Diabetes mellitus; Pneumopatias crônicas graves; Hipertensão arterial resistente (HAR); Hipertensão arterial estágio 3; Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade; Insuficiência cardíaca (IC); Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar; Cardiopatia hipertensiva; Síndrome coronarianas; Valvopatias; Miocardites e Pericardiopatias; Doença da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; Arritmias cardíacas; Cardiopatias congênita no adulto; Prótese valvares e dispositivos cardíacos implantados; Doença cerebrovascular; Doença renal crônica; Imunossuprimidos; Hemoglobinopatias graves; Obesidade mórbida; Cirrose hepática.

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