No Dia da Árvore, DAE destaca ações de restauração ambiental e proteção dos mananciais
Publicada em 21/09/2026 às 15:54
O trabalho de saneamento começa muito antes de a água chegar às torneiras. A proteção dos mananciais e da vegetação do entorno é parte fundamental das ações que contribuem para a segurança hídrica do município. No Dia da Árvore, celebrado nesta segunda-feira (21), a DAE Jundiaí destaca as ações de preservação da vegetação e restauração de áreas degradadas desenvolvidas de forma contínua pela companhia.
De acordo com o Relatório de Sustentabilidade 2025, a DAE mantém 26,19 hectares em processo de restauração ambiental. Desse total, 24,49 hectares estão localizados em áreas de manancial e 12,14 já foram restaurados. O trabalho integra o programa Floresta Feita à Mão, voltado à restauração ecológica, com prioridade para áreas de mananciais e utilizando espécies arbóreas nativas.
DAE mantém 26,19 hectares em processo de restauração ambiental
A manutenção da vegetação nessas áreas contribui para a conservação dos mananciais, auxiliando na proteção do solo, das nascentes e dos cursos d’água. Por isso, a restauração não é apenas uma ação isolada de preservação ambiental, mas também uma medida relacionada à proteção dos recursos necessários ao abastecimento da cidade.
A chefe de Licenciamento Ambiental da DAE, Ana Paula Regra, explica que o município está inserido em um território de relevância ambiental, que inclui a Área de Proteção Ambiental (APA) de Jundiaí, que possui zonas com proteções especiais: Zona de Vida Silvestre, Zona de Conservação da Vida Silvestre e Zona de Conservação Hídrica. Desta forma, as intervenções necessárias para a operação dos sistemas de água e esgoto também precisam considerar seus impactos sobre a vegetação e os recursos naturais.
“Antes de uma obra realizada pela DAE, existe um processo de análise para emissão das autorizações ambientais. Quando a retirada da vegetação é autorizada pelos órgãos ambientais, também são definidas medidas de compensação, ou seja, a intervenção necessária para a obra vem acompanhada de ações para compensar o impacto ambiental”.
Esse cuidado começa ainda na etapa de planejamento das obras, com a análise dos impactos ambientais que poderão ser gerados pela intervenção. A partir dessa avaliação, são definidas medidas para reduzir as interferências sobre a vegetação e a fauna local. A DAE adota, por exemplo, a definição de traçados com menor impacto e o uso de técnicas construtivas e materiais que reduzam os riscos. Quando a intervenção é necessária, as medidas vão desde a orientação para a preservação de árvores de espécies mais sensíveis até a compensação dos danos, que inclui a restauração de áreas degradadas.
Preservar a vegetação começa com várias estratégias
Ações são essenciais para cuidar também da água
A preservação dos recursos naturais também está diretamente relacionada à ampliação dos sistemas de esgotamento sanitário. O avanço da infraestrutura de coleta e tratamento de esgoto contribui para a qualidade da água dos rios e córregos e para a conservação dos ecossistemas aquáticos.
“Não dá para falar sobre segurança hídrica sem passar pela proteção dos nossos mananciais e das áreas que ajudam a preservar esse recurso. O trabalho ambiental precisa caminhar junto com o saneamento, desde o planejamento de novas obras até a recuperação das áreas”, afirma o diretor presidente da DAE, Daniel Bocalão.
Neste Dia da Árvore, a DAE reforça que preservar a vegetação e recuperar áreas degradadas também são ações essenciais para cuidar da água. O trabalho ambiental acompanha a operação e a expansão do saneamento e contribui para preparar Jundiaí para atender às necessidades atuais e futuras, conciliando desenvolvimento, segurança hídrica e preservação ambiental.
Assessoria de Imprensa
Fotos: DAE Jundiaí
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