Houve exagero do mercado financeiro ao anúncio da nova variante africana da COVID-19?
PAULO AMORIM
A última sexta era para ter sido um dia normal com o pregão operando em horário restrito nos EUA após as Bolsas terem fechado na véspera em decorrência do feriado de Ação de Graças. Porém, a Black Friday deste ano caiu em um dia conturbado por conta da notícia da nova variante do coronavírus, que derreteu bolsas e commodities em todo o planeta.
A nova variante foi classificada em nível “preocupante” ela OMS (Organização Mundial de Saúde), porém ainda não se tem certeza se a mutação do vírus, que recebeu o nome de Omicron, é resistente às vacinas ou qual o nível de letalidade.
Já se sabe que o mercado não aguarda confirmações para reagir, porém será que podemos considerar o comportamento das Bolsas e commodities foi exagerado? Para alguns analistas, sim. Rodrigo Franchini, sócio da Monte Bravo Investimentos, disse que o mercado entrou em um movimento irracional de manada.
“A gente ainda não sabe quais são os problemas dessa variante e pode ser que a vacina funcione, e nada muda. Nesse primeiro momento, como você tem falta de informações, o mercado tende a ser um pouco irracional e a derreter preços de alguns ativos que não deveriam derreter tanto assim”, afirma Franchini ao InfoMoney.
JP Morgan, em seu relatório distribuído aos clientes para classificar a reação dos mercados, ele também disse que o comportamento do mercado foi irracional.
Os analistas do banco analisam que a prontidão de resposta à doença está em um nível bem diferente do que tínhamos em 2020 e que não podemos ignorar os avanços de esforços pelo para controle da covid-19, como vacinação em massa e a descoberta de antivirais orais.
“Acreditamos que ainda é muito cedo para assumir que uma nova variante vá causar um grande impacto na economia global”, disserm.
Investimento tecnológico sustentável impulsionará emprego e renda em Jundiaí Publicada em 20/11/2025 às 15:00 Jundiaí recebeu representantes da Casa dos Ventos e da Ascenty, empresas reconhecidas nacional e internacionalmente por suas operações sustentáveis em energia renovável e infraestrutura tecnológica. A parceria entre as duas organizações garantirá à cidade a implantação de um novo empreendimento totalmente baseado em energia limpa e no uso de água de reuso, assegurando operação moderna, de grande porte e sem impactos ao abastecimento local. Logo na apresentação, as empresas reforçaram que toda a energia utilizada será 100% renovável, fornecida pela Casa dos Ventos, e que o sistema adotará circuito fechado de água tratada e reutilizada, eliminando a necessidade de captação adicional. O modelo já é referência no setor e se alinha às diretrizes ambientais do município. Mark Willian, Humberto Cereser, Cássia Carpi, Luciana Tango, Clécio Eloy, Gustavo Martinelli, Marcos Siqueira, ...
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